Recitando o poema da Lou Salomé - a amada de Nietzsche

“No dia em que eu estiver no meu leito de morte Faísca que se apagou, Acaricia ainda uma vez meus cabelos Com tua mão bem-amada Antes que devolvam à terra O que deve voltar à terra, Pousa sobre minha boca que amaste Ainda um beijo. Mas não esqueças: no esquife estrangeiro Eu só repouso em aparência Porque em ti minha vida se refugiou E agora sou toda tua.” (Hino à Morte) - Lou Salomé




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