“No dia em que eu estiver no meu leito de morte Faísca que se apagou, Acaricia ainda uma vez meus cabelos Com tua mão bem-amada Antes que devolvam à terra O que deve voltar à terra, Pousa sobre minha boca que amaste Ainda um beijo. Mas não esqueças: no esquife estrangeiro Eu só repouso em aparência Porque em ti minha vida se refugiou E agora sou toda tua.” (Hino à Morte) - Lou Salomé
Essa história de dinheiro é um caso complicado... O que se ganha é contado, pedido, sofrido, suado. O que se gasta, porém, nem sempre é o precisado. Tudo e todos nos ensinam a gastar, gastar, gastar. Compre isso, compre aquilo, compre vida, compre amor... A gente acaba querendo o que quer e o que não quer, o necessário e o inútil, o falso e o verdadeiro, como se o tal dinheiro caísse em penca do céu. Mas não cai... e aí começa a maior das chateações. Vontades que não tem jeito, invejas de fazer medo, desejos que não se entendem, sonhos de sonhos desfeitos. O que fica é uma vontade eterna de querer mais e uma tristeza sem graça de não ser o que se é. Essa história de dinheiro é um caso complicado... Será que a vida ensina o que fazer para encontrar o tal mapa da mina? Fonte: Carlos Queiroz Telles. Sonhos,grilos e paixões. 8, ed. São Paulo, Moderna, 1994. p.25.
As cartas de amor de Gibran Kahlil Gibran A correspondência (1908/1924) mantida entre Kahlil Gibran e Mary Haskell. Tradução de Paulo Coelho. PDF: http://paulocoelhoblog.com/wp-content/uploads/2013/05/As-cartas-de-amor-de-Gibran.pdf
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